Modalidade: à distância
Frequência: quinzenal, encontros com duração de 1h30.
Pilares do estudo:
. estudaremos as adolescências a partir, principalmente, de uma perspectiva psicanalítica;
. a medicalização na educação
Metodologia:
Leitura de textos, apresentação dos principais pontos, debate entre os participantes e troca de experiências. A sequência dos encontros será apenas uma referência, porém os temas e relevância dos debates surgirão conforme as discussões e interesses dos participantes. Os encontros n]ao serão gravados para manter o sigilo diante da possível exposição de casos.
Objetivos:
Sensibilizar os participantes para algumas especificidades das adolescências, o que pode melhorar as relações humanas e pedagógicas.
Ampliar os conhecimentos dos trabalhadores da educação diante dos discursos médico-psiquiátrico que são cada vez mais presentes e exigem constante atualização no sentido de compreender o que significam para além da própria indicação classificativa no DSM.
Público: trabalhadores da educação e demais interessados
Cronograma:
Noção de saúde/doença e sua relação com a educação. O que é saúde? O que é educação?
Adolescências: que fase é essa para a psicanálise?
Medicalização e neuroliberalismo. O que é medicalização? O que é patologização? O que a medicalização tem a ver com o neuroliberalismo?
Diagnóstico enquanto escudo e lista. De onde vêm os diagnósticos? Quem cria as classificações? Quais são os critérios? Principais diagnósticos que surgem na escola.
O lugar dos pais e professores. Os embates acerca de laudos, cotas, direitos.
Educação, psicanálise e patologização das adolescências.
Início: primeiro semestre de 2023
Referências:
BIAGINI, H. Neuroliberalismo.
SKLIAR, C.
VASQUES, C. K.
NASIO, J-D. Como lidar com um adolescente difícil?
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